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Polícia vai multar quem não usa cinto de segurança

Entre os dias 11 e 25 maio, o Framingham Police Department em parceria com a Massachusetts State Police e mais 191 departamentos de polícia em todo o Estado irão promover uma fiscalização do uso do cinto de segurança no trânsito.

Framingham e os outros 191 departamentos de polícia estarão participando da campanha nacional de mobilização Click It or Ticket (CIOT) para uso do cinto de segurança, que é financiado por uma subvenção federal administrado pela Executive Office of Public Safety and Security’s Highway Safety Division (EOPSS/HSD).

“Será que você andaria em uma montanha russa sem o cinto protetor? Claro que não. Isso seria loucura. O mesmo bom senso deve ser aplicado quando você toma o assento como motorista ou passageiro de um veículo sem o cinto de segurança”, disse Ken Ferguson, presidente do National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA).

De acordo com a entidade em 2013, 21.132 ocupantes de veículos de passageiros morreram em acidentes de trânsito em todos os Estados Unidos. 49% das pessoas mortas (10.458) estavam sem cinto o cinto de segurança. “O número de vidas perdidas é desnecessário”, afirma Ken Ferguson.

A NHTSA relata que a taxa de utilização do cinto de segurança em nível nacional é de 87%. Massachusetts está ficando para trás com 76,6%. Durante o período de cinco anos entre 2009 e 2013, Massachusetts teve uma taxa mais baixa de utilização de assentos entre os ocupantes do veículo de passageiros fatalmente feridos do que o resto da nação.

“Se aumentarmos nossa taxa de uso do cinto de segurança, nós salvaremos vidas. É pura e simples. Oficiais de polícia fiscalizarão com vigor se o condutor e todos os passageiros de veículos estão usando o cinto de segurança e emitirão citações e multas para quem viaja sem cinto de segurança afivelado e o transporte apropriado de crianças. O objetivo não é punir e/ou multar, mas manter a segurança pública. O cinto de segurança é a melhor defesa motoristas distraídos, agressivos e contra seus próprios erros, conclui Ken Ferguson.

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