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Brasileiro é preso por ameaçar sinagoga em Miami

Diego Chaar
O brasileiro Diego Brazil Chaar. Foto Miami-Dade PD

O brasileiro Diego Chaar, 24 anos, foi preso no domingo, 8, e está enfrentando acusações de perseguição, agressão e invasão de propriedade contra membros da Sinagoga Ohev Shalom em Miami, no Estado da Flórida no final de semana passado. No Facebook, o brasileiro é identificado como Diego Brazil Chaar.
Chaar teria gritado que queria converter os frequentadores da sinagoga. “Eu quero levá-los ao paraíso. Eu não quero que eles queimem no inferno por toda a eternidade. Eu sinto que o eles estão adorando agora não é nada, é falso. Ele não existe, na minha opinião”, teria afirmado.
O rabino Pinchas Weberman, líder da sinagoga disse que continua preocupado com a segurança de sua congregação após o suspeito ter se aproximado de seu filho adulto e outros membros da congregação. “No domingo, um grupo de jovens estava no gramado da frente, sentados nos bancos, e foram abordados por alguém que estava gritando, ‘Allahu akbar’. Vou cortar suas cabeças”, teria dito o brasileiro, que é convertido ao islamismo, usando um termo que terroristas usam quando matam pessoas que não são islâmicas. A polícia foi chamada, mas não prendeu Diego.
Na terça-feira, Diego novamente voltou para as imediações da sinagoga e afirmou que tem a responsabilidade de converter as pessoas ao Islã.
Chaar, no entanto, disse que não estava forçando os membros da congregação a se converter ao Islã. “Eu não tenho como forçá-los, mas poderia oferecer-lhes a minha visão, e o que eu acho que é a verdade, é o caminho certo para o céu”, disse negando ter dito que queria cortar as cabeças dos congregados. O brasileiro foi detido pelo ICE e colocado sob custódia.
No entanto, admitiu ter dito a frase Allahu akbar, que significa “Deus é o maior” em árabe e quando perguntado por que usou a frase disse: “Eu estava tentando convertê-los. Eu converti muitos dos meus amigos. Eles (os congregados da sinagoga) podem ter se irritado, porém eu tenho direito de liberdade de expressão”.
Diego Chaar teria se convertido ao Islã há alguns anos enquanto cumpria pena de prisão por tráfico de drogas, e as ameaças, não serão investigadas como um crime de ódio.

Foto da capa: reprodução Facebook

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